Fonte: Zergui Pfleger (you tube)
Bem vindo ao Blog. Aprenda como utilizar a energia elétrica de forma eficiente. Conheça também aspectos regulatórios do setor elétrico e sustentabilidade.
sábado, 18 de janeiro de 2014
Eletricidade Conhecendo tipos de emenda em fios
Aprenda como fazer emendas de forma correta em fios elétricos. Conheça os procedimentos corretos.
Fonte: Zergui Pfleger (you tube)
Fonte: Zergui Pfleger (you tube)
Hidrelétricas geram R$ 2,1 bilhões em compensação financeira em 2013
06/01/2014
Em 2013, a arrecadação de compensação financeira pela utilização de recursos hídricos (CFURH) para geração de energia elétrica a municípios, estados e União, incluindo royalties (compensação financeira devida pela Usina de Itaipu), foi de R$ 2,1 bilhões. Desse total, foram distribuídos R$ 1,5 bilhão a título de CFURH e R$ 553,7 milhões em royalties.
Em dezembro, o valor de compensações chegou a R$ 186,8 milhões. Os recursos deste mês foram distribuídos a 702 municípios de 22 estados e à União, dos quais R$ 135,9 milhões a título de Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos. A transferência de royalties foi de R$ 50,9 milhões a 346 municípios de seis estados e à União.
domingo, 29 de dezembro de 2013
Além do Cosmos - Mecânica Quântica - National Geographic
Essa é mais uma série de documentários que descorem sobre as descobertas fantásticas feitas pelos físicos, cosmólogos, e pesquisadores das micropartículas.
Fonte: National Geographic
sábado, 28 de dezembro de 2013
Os 10 passos para acesso ao sistema de transmissão
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), conforme estabelecido na regulação do setor, tem entre suas atribuições a responsabilidade de realizar as avaliações de viabilidade sistêmica das solicitações de acesso, quando envolverem instalações de transmissão.
Por sua vez, os Acessantes devem encaminhar as suas solicitações ao ONS acompanhadas dos dados e informações, assim como dos correspondentes estudos de integração, necessários para a avaliação do Operador.
Por sua vez, os Acessantes devem encaminhar as suas solicitações ao ONS acompanhadas dos dados e informações, assim como dos correspondentes estudos de integração, necessários para a avaliação do Operador.
Modalidade tarifária branca oferecerá valores de tarifa diferentes dependendo do horário de consumo
26/12/2013
Está previsto para vigorar a partir de fevereiro de 2014 a modalidade tarifária Branca, que oferecerá três diferentes patamares de tarifa de energia para consumidores atendidos em baixa tensão, de acordo com os horários de consumo. A nova modalidade aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) é opcional e ainda depende da certificação do medidor eletrônico pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O equipamento, que será instalado sem custos para os consumidores que optarem pela Tarifa Branca, permite registrar o consumo conforme os horários em que a energia elétrica é utilizada.terça-feira, 8 de outubro de 2013
Captação de Água da Chuva (Acquasave)
Assista matéria sobre o aproveitamento da água de chuva transmitida pelo programa P&GN na TV Futura.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
ANEEL mantém penalidade ao ONS por perturbação em 2011
ANEEL mantém penalidade ao ONS por
perturbação em 2011
07/10/2013
A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) negou recurso do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e manteve as penalidades de advertência e multa no valor de 930,5 mil reais devido à responsabilidade da instituição na perturbação ocorrida no Nordeste do país em fevereiro de 2011. A decisão foi tomada pela Diretoria Colegiada da Agência no dia 30/09.
A perturbação teve origem na Subestação Luiz Gonzaga e causou o desligamento de parte do sistema elétrico da região Nordeste, com a interrupção de 8.884 MW de cargas do Sistema Interligado Nacional (SIN), distribuídas em oito estados.
A Agência apurou que houve erro do ONS quanto a seis pontos, entre eles a falta de coordenação do Centro Regional de Operação Nordeste (COSR-NE) com o Centro Nacional de Operação do Sistema (CNOS), a falta de controle da tensão na UHE Sobradinho dentro da faixa recomendada e a violação do limite mínimo de frequência na região. (LP/JS)
Fonte e texto: www.aneel.gov.br
sábado, 28 de setembro de 2013
P&D Estratégico em energia eólica recebe cinco propostas com investimento de R$ 250 milhões
Publicada em 06/02/2013, a Chamada de Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) Estratégico nº 017/2013 “Desenvolvimento de Tecnologia Nacional de Geração Eólica” recebeu ao todo cinco propostas, com investimento na ordem de R$ 250 milhões. As empresas que apresentaram propostas foram a Centrais Elétricas de Santa Catarina (CELESC), Companhia Hidrelétrica do São Francisco (CHESF), com dois projetos, Queiroz Galvão e Tractebel.
Os projetos preveem o desenvolvimento de tecnologia nacional para
geração eólica que abordam desde micro e mini-geração a geradores de 3
MW. Também incluem peças como pás, nacele, geradores, conversores e
torres até a usina completa. A Agência deve consolidar as avaliações das
propostas até 16/10. Se todas forem aprovadas, haverá um prazo de 48
meses para execução e conclusão dos projetos.
O P&D Estratégico da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) considera temas cujo desenvolvimento é de interesse nacional e de grande relevância para o setor elétrico, envolvendo elevada complexidade em termos científicos ou tecnológicos e baixa atratividade para investimento como estratégia empresarial isolada ou individual. É o caso do desenvolvimento e domínio da tecnologia de geração eólica: em cerca de 10 anos, o Brasil saiu de uma potência instalada de aproximadamente 20 MW para um total de 2.106,9 MW, o que representa 1,69% da matriz de energia.
A Agência, ao promover a chamada, considerou o fato de a base tecnológica e expertise estarem concentradas em centros de pesquisa localizados no exterior, o que aumenta a dependência tecnológica do Brasil e limita sua capacidade de desenvolvimento científico, tecnológico, econômico e social. Outro fator limitador é que as turbinas que chegam ao Brasil vêm com certificação de fora.
A obrigatoriedade na aplicação dos recursos em P&D está prevista em lei e nos contratos de concessão, cabendo à Agência regulamentar o investimento no programa, acompanhar a execução dos projetos e avaliar seus resultados. A legislação estabelece que as empresas concessionárias, permissionárias ou autorizadas de distribuição, transmissão e geração de energia elétrica devem aplicar anualmente um percentual mínimo de sua receita operacional líquida no Programa de P&D do setor de energia elétrica. As diretrizes e orientações que regulamentam a elaboração de projetos estão no Manual de P&D.
O P&D Estratégico da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) considera temas cujo desenvolvimento é de interesse nacional e de grande relevância para o setor elétrico, envolvendo elevada complexidade em termos científicos ou tecnológicos e baixa atratividade para investimento como estratégia empresarial isolada ou individual. É o caso do desenvolvimento e domínio da tecnologia de geração eólica: em cerca de 10 anos, o Brasil saiu de uma potência instalada de aproximadamente 20 MW para um total de 2.106,9 MW, o que representa 1,69% da matriz de energia.
A Agência, ao promover a chamada, considerou o fato de a base tecnológica e expertise estarem concentradas em centros de pesquisa localizados no exterior, o que aumenta a dependência tecnológica do Brasil e limita sua capacidade de desenvolvimento científico, tecnológico, econômico e social. Outro fator limitador é que as turbinas que chegam ao Brasil vêm com certificação de fora.
A obrigatoriedade na aplicação dos recursos em P&D está prevista em lei e nos contratos de concessão, cabendo à Agência regulamentar o investimento no programa, acompanhar a execução dos projetos e avaliar seus resultados. A legislação estabelece que as empresas concessionárias, permissionárias ou autorizadas de distribuição, transmissão e geração de energia elétrica devem aplicar anualmente um percentual mínimo de sua receita operacional líquida no Programa de P&D do setor de energia elétrica. As diretrizes e orientações que regulamentam a elaboração de projetos estão no Manual de P&D.
Fonte e texto: www.aneel.gov.br
domingo, 22 de setembro de 2013
COMO FAÇO PARA TER ELETRICIDADE SOLAR EM MINHA CASA?
O QUE SÃO MICRO E MINIGERADORES SOLARES FOTOVOLTAICOS?
Microgeradores e minigeradores solares fotovoltaicos (FV) são sistemas de geração elétrica de pequena potência, normalmente instalados para produzir energia suficiente para alimentar uma casa, um edifício ou, até mesmo, um galpão de uma indústria.
Microgeradores são sistemas com potência de até 100 kW, e minigeradores, acima de 100 kW e até 1 MW, segundo a Resolução Normativa 482/2012 da ANEEL.
Microgeradores e minigeradores solares fotovoltaicos (FV) são sistemas de geração elétrica de pequena potência, normalmente instalados para produzir energia suficiente para alimentar uma casa, um edifício ou, até mesmo, um galpão de uma indústria.
Microgeradores são sistemas com potência de até 100 kW, e minigeradores, acima de 100 kW e até 1 MW, segundo a Resolução Normativa 482/2012 da ANEEL.
sábado, 21 de setembro de 2013
Produza sua Própria Energia em Casa
Consumidor que produzir energia limpa terá desconto na conta de luz. Aneel já aprovou sistema de compensação, que vale para todo o país. Contempla energia solar, eólica, hidráulica e biomassa.
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